Desde a metade do ano passado, o Ministério da Saúde considera gestantes e puérperas grupos de risco da Covid-19 e, portanto, com recomendação de manter o esquema vacinal em dia a fim de evitar complicações caso sejam infectadas pelo coronavírus. A Covid-19 pode provocar parto prematuro, óbito fetal, aborto e outros problemas. Todas as grávidas e puérperas (mulheres que deram à luz há 45 dias), inclusive as de 12 a 17 anos, podem ser imunizadas contra a Covid-19. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina pode ser tomada “em qualquer trimestre da gestação”, assim como os reforços, dentro do intervalo estabelecido de quatro meses desde a dose anterior. Não. “O teste de gravidez não deve ser um pré-requisito para a administração das vacinas nas mulheres com potencial para engravidar e que se encontram em um dos grupos prioritários para vacinação”, pontua a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações). O Ministério da Saúde estabelece que as vacinas da Pfizer/BioNTech e do Instituto Butantan (CoronaVac) podem ser utilizadas em gestantes e puérperas para esquema primário. O reforço é feito, preferencialmente, com Pfizer. Um estudo recente mostrou que imunizantes que utilizam essa tecnologia (RNA mensageiro) são seguros para mulheres grávidas. As vacinas de vetor viral (AstraZeneca e Janssen) não são indicadas para esses grupos. A OMS (Organização Mundial da Saúde) reforça que a vacinação tem muito mais benefícios do que risco para esse grupo, assim como para toda a população. Alguns estudos conduzidos no ano passado identificaram que mulheres vacinadas com Pfizer e CoronaVac passaram anticorpos para os recém-nascidos. Mas especialistas enfatizam que isso pode não ser algo duradouro e nem homogêneo. Não. Segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), “o puerpério, inclusive, é considerado um excelente momento de atualização do calendário vacinal da mulher”.
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